quinta-feira, 25 de abril de 2013

Especial de Pentecostes !!!


Venha vivenciar essa experiencia nova! Um novo Pentecostes vai acontecer, 
e o Fogo do Céu vai cair! 
Esperamos por você! 
No mês de MAIO aqui no Rumo ao Céu

Venha partilhar com a Gente!

Como é bom louvarmos, sorrir, partilharmos a vida e a palavra de Deus! 
Um sábado diferente, cheio de unção, jeito jovem carismático de ser, 
AO PARTICIPAR NÃO SERÁ MAIS O MESMO(A)!

Quer dar um "UP" no seu sábado? Bora pro Rumo ao céu \O/
E no final vai rolar um Happy hour (partilha de comes e bebes)
VEM TODO MUNDO VEM!


 

Transporte na #JMJ

[fonte: Destrave]

A Jornada Mundial da Juventude está bem próxima. Falta pouco para que o Rio de Janeiro seja, dos dias 23 a 28 de julho, palco do maior encontro de jovens do mundo; e para que estes peregrinos sejam bem acolhidos na cidade maravilhosa, é preciso uma grande infraestrutura de transporte, alimentação, hospedagem etc.
Como sabemos, a cidade do Rio de Janeiro abrigará grandes eventos internacionais, e uma das preocupações dos brasileiros diz respeito à infraestrutura de transporte da cidade.
O transporte público, no Brasil, não é algo que receba nossas melhores notas, pois são poucas linhas de metrô, ônibus lotados e trânsito , as quais testam, diariamente, a nossa paciência. Para quem esteve nas Jornadas anteriores, como Sidney e Madri, por exemplo, sabe que existirá uma disparidade muito grande com relação à mobilidade dos peregrinos. No entanto, há uma organização muito positiva por parte do COL (Comitê Organizador Local) junto às Secretarias de Transporte do Município e do Estado para diminuir os impactos desta realidade durante os dias de evento.
Segundo Carlos Osório, Secretário Municipal de Transporte da Cidade do Rio, será montada uma grande estrutura para o transporte dos peregrinos. “Todos os acessos rodoviários do Estado do Rio de Janeiro serão monitorados pela Polícia Federal e haverá um esquema especial de trânsito até a chegada à nossa região metropolitana. Nós teremos bolsões para o estacionamento de ônibus de peregrinos, e, dentro deste planejamento, estão as principais vias de acesso rodoviário, assim como os aeroportos”, disse o secretário.
Confira a reportagem:


A cidade do Rio conta com uma frota de 8,7 mil ônibus operados por 47 empresas. Duas linhas de metrô, com 42 km de extensão e 35 estações, sendo algumas delas interligadas com a SuperVia (sistema de trens urbanos) e ônibus expresso. A frota de táxi conta com 33 mil carros e um sistema interligado com GPS, o qual opera 24h por dia.
Abaixo, listamos algumas dicas básicas para quem virá ao Rio de Janeiro, sobretudo para pequenos grupos ou aqueles que não fretarão transporte:
  • No aeroporto, há empresas que possuem linhas de ônibus até o centro da cidade, as quais rodam de 1 em 1 hora em média. O valor varia de 5 a 12 reais. Voluntários estarão no aeroporto orientando os peregrinos.

  • Se você estiver num grupo de poucas pessoas e preferir mais comodidade, pode pegar um táxi; no entanto, o valor da corrida não é tão barato. A dica é: prefira o táxi apenas para trajetos curtos. (Obs.: taxistas receberão em outras moedas).

  • Para participar dos atos centrais e das várias atividades da JMJ espalhadas pela cidade, prefira o transporte público (ônibus e metrô). Para os peregrinos que fizeram inscrição, o kit peregrino contém passe livre para este serviço.

  • Segundo a organização do evento, os peregrinos ficarão hospedados por regiões linguísticas para facilitar a mobilidade. Por exemplo: os grupos de língua italiana serão divididos na mesma região, na qual acontecerá a catequese de língua italiana, assim, não precisarão se deslocar para outras regiões da cidade.

  • Quem já participou de outras Jornadas sabe que não existe muito conforto em um evento como este; afinal, trata-se de uma peregrinação que exige uma dose a mais de renúncia, sacrifício e tolerância. Portanto, esteja disposto a caminhar bastante na cidade do Rio de Janeiro e contemplar a sua beleza natural.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

#Em Ritmo JMJ


Um grupo cheio de surpresas, alegria e um

 Jeito Jovem Carismático de ser, então vem galera e 

chame seus amigos será imperdível#emritmoJMJ





quinta-feira, 18 de abril de 2013

"A Igreja não é uma babá"








Homilia do Papa Francisco na Domus Sanctae Marthae nesta quarta-feira

A Igreja não tem que ser como uma “babá que cuida da criança para fazê-la dormir”. Se fosse assim seria uma “Igreja adormecida”. Quem conheceu a Jesus tem a força e a coragem de anunciá-lo. Do mesma forma, quem recebeu o batismo tem a força de caminhar, de seguir adiante, de evangelizar. E “quando fazemos isso a Igreja se torna uma mãe que gera filhos” capazes de levar Cristo ao mundo. Esta é em síntese a reflexão que o Papa Francisco propôs esta manhã, quarta-feira, 17 de abril, durante a celebração da missa na capela da Domus Sanctae Marthae, à qual participaram vários empregados do Instituto para as Obras de Religião. Entre os concelebrantes Monsenhor Vincenzo Pisanello, bispo de Oria, e Giacinto Boulos Marcuzzo, vigário do Patriarca de Jerusalém dos Latinos para Israel.

Durante a homilia, o Pontífice - comentando a primeira leitura dos Atos dos Apóstolos (8, 1-8), disse que "após o martírio de Estêvão, estourou uma violenta perseguição contra a Igreja de Jerusalém. Lemos no livro dos Atos que a Igreja estava toda tranquila, toda em paz, a caridade entre eles, cuidavam das viúvas. Mas depois chega a perseguição. Isso é um pouco o estilo da vida da Igreja: entre a paz da caridade e a perseguição”. E acontece assim porque esta, explicou, tem sido a vida de Jesus. Depois da perseguição, continuou o Pontífice, todos fugiram menos os apóstolos. Os cristãos pelo contrário “Fugiram.

Sozinhos. Sem sacerdotes. Sem bispos: sozinhos. Os bispos, os apóstolos, estavam em Jerusalém para fazer um pouco de resistência a estas perseguições”. Porém aqueles que fugiram “foram de um lugar para o outro, anunciando a Palavra”. É sobre eles que o Papa quis chamar a atenção dos participantes. Eles "deixaram casa, levaram consigo talvez poucas coisas; não tinham segurança, mas foram de um lugar para o outro proclamando a Palavra”. Levavam consigo a riqueza que tinham: a fé. Aquela riqueza que o Senhor os tinha dado. Eram simples fiéis, apenas batizados há pouco mais de um ano, talvez. Mas tinham aquela coragem de ir e anunciar. E tinham acreditado! E também faziam milagres! “Expulsavam espíritos impuros de muitos endemoniados, emitindo fortes gritos, e muitos paralíticos e coxos eram curados”.

Ao final: “Houve grande alegria naquela cidade!” Também Filipe tinha ido. Estes Cristãos – cristão há pouco – tiveram a força, a coragem de anunciar Jesus. O anunciavam com as palavras, mas também com as suas vidas. Suscitavam curiosidade: “Mas... quem são estes?". E eles diziam-lhes: “Nós conhecemos Jesus, encontramos Jesus, e o trazemos. Somente tinham a força do batismo. E o batismo lhes dava esta coragem apostólica, a força do Espírito”.

A reflexão do Papa, em seguida, mudou-se para o homem de hoje: “Eu penso em nós, batizados, se ainda temos esta força. E penso: “Mas nós, acreditamos nisso? Que o batismo seja suficiente para evangelizar? Ou esperamos que o sacerdote diga, que o bispo diga... e nós?”Muitas vezes, notou o Pontífice, a graça do batismo é deixada um pouco de lado e nós nos fechamos nos nossos pensamentos, nas nossas coisas. “Às vezes pensamos: “Não, nós somos cristãos: recebemos o batismo, fizemos a crisma, a primeira comunhão... e assim a carteira de identidade está bem. E agora dormimos tranquilos: somos cristãos”. Mas, “onde está esta força do Espírito que nos leva adiante?” perguntou o Papa. “Somos fieis ao Espírito para anunciar Jesus com a nossa vida, com o nosso testemunho e com as nossas palavras? “Quando fazemos isso, a Igreja se torna uma Igreja Mãe que gera filhos”. Filhos da Igreja que testemunham Jesus e a força do Espírito. “Mas – foi a admoestação do Papa – quando não o fazemos, a Igreja se torna não mãe, mas Igreja babá, que cuida da criança para fazê-la dormir. É uma Igreja adormecida. “Pensemos no nosso batismo, na responsabilidade do nosso batismo”.

E para reforçar o conceito expresso Papa Francisco lembrou de um episódio acontecido no Japão nas primeiras décadas do Século XVI, quando os missionários católicos foram expulsos do país e as comunidades permaneceram por mais dois séculos sem sacerdotes. Sem. Quando os missionários voltaram depois encontraram uma comunidade viva na qual todos estavam batizados, catequizados, casados na Igreja! E até mesmo os mortos tinham recebido uma sepultura cristã. “Mas – continuou o Papa – não há sacerdote! Quem tinha feito isso? Os batizados!”. Eis a grande responsabilidade dos batizados: “Anunciar Cristo, levar adiante a Igreja, esta maternidade fecunda da Igreja. Ser cristão não é fazer uma carreira de estudo para se tornar um advogado ou um médico cristão; não. Ser cristão é um dom que nos faz ir pra frente com a força do Espírito no anúncio de Jesus Cristo”. Por fim, o Papa dirigiu o seu pensamento à Nossa Senhora que sempre acompanhou os cristãos com a oração quando eram perseguidos ou dispersos. Orava muito. Mas também os animava: “Ide, fazei...”

"Pedimos ao Senhor - concluiu - a graça de fazer batizados corajosos e seguros que o Espírito que temos em nós, recebido pelo batismo, nos empurre sempre a anunciar Jesus Cristo com a nossa vida, com o nosso testemunho e também com as nossas palavras”.



Fonte: RCCbrasil.org.br